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Prefeitura de BH começa substituir lâmpadas de vapor de sódio por LED

A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) começou, nesta segunda-feira (23), a substituir as lâmpadas de vapor de sódio, nas ruas, por luminárias de led. A nova tecnologia vai melhorar a iluminação pública e garantir mais segurança ao cidadão. O processo de troca das lâmpadas teve início na Região de Venda Nova.

Segundo a empresa que vai administrar o processo, terceirizada da prefeitura, ao todo, 182 mil pontos de iluminação vão receber luminárias LED, que iluminam mais, são mais econômicas e têm durabilidade três vezes maior que as atuais lâmpadas de vapor de sódio.

A troca de 100% das luminárias pela tecnologia LED ocorrerá em três anos, sendo concluída até o fim de 2020. A substituição começa pelas áreas de mais carentes e com maiores índices de criminalidade.

Até o fim de agosto de 2018, as regiões de Venda Nova, Barreiro e Norte serão totalmente modernizadas, com aproximadamente 50 mil pontos funcionando com a nova tecnologia. Treze pontos de destaque da capital vão também receber uma iluminação especial para a valorização dos espaços e monumentos.

Prefeitura de BH começa substituir lâmpadas de vapor de sódio por LED

A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) começou, nesta segunda-feira (23), a substituir as lâmpadas de vapor de sódio, nas ruas, por luminárias de led. A nova tecnologia vai melhorar a iluminação pública e garantir mais segurança ao cidadão. O processo de troca das lâmpadas teve início na Região de Venda Nova.

Segundo a empresa que vai administrar o processo, terceirizada da prefeitura, ao todo, 182 mil pontos de iluminação vão receber luminárias LED, que iluminam mais, são mais econômicas e têm durabilidade três vezes maior que as atuais lâmpadas de vapor de sódio.

A troca de 100% das luminárias pela tecnologia LED ocorrerá em três anos, sendo concluída até o fim de 2020. A substituição começa pelas áreas de mais carentes e com maiores índices de criminalidade.

Até o fim de agosto de 2018, as regiões de Venda Nova, Barreiro e Norte serão totalmente modernizadas, com aproximadamente 50 mil pontos funcionando com a nova tecnologia. Treze pontos de destaque da capital vão também receber uma iluminação especial para a valorização dos espaços e monumentos.



XXIV Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica recebe mais de 3 mil pessoas em Curitiba e anuncia próxima edição em Minas Gerais

XXIV Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica recebe mais de 3 mil pessoas em Curitiba e anuncia próxima edição em Minas Gerais

Os maiores produtores e transmissores de energia elétrica do país estiveram reunidos, em Curitiba, no XXIV SNPTEE (Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica). O maior e mais importante evento da área reuniu mais de 3 mil pessoas no Expo Unimed Curitiba, de 22 a 25 de outubro. Promovido pelo Cigré-Brasil (Comitê Nacional Brasileiro de Produção e Transmissão de Energia Elétrica) e coordenado pela Copel, o Seminário foi palco de apresentação de novas tecnologias, debate sobre novas tendências e integração de profissionais.

Em debate sobre o marco legal, o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia (MME), Paulo Pedrosa, disse que é hora do setor agir e parar de reclamar da crise e de outros fatores externos. “Se formos esperar acabar uma crise econômica ou diminuir o calor do momento político, não se faz mais nada. A oportunidade é agora. Parar o país e esperar dois ou três anos para recomeçar a discussão seria muito ruim para o setor elétrico. Nós estamos maduros e a sociedade está pronta”, afirmou.

Para o presidente do Cigré-Brasil, Josias Matos de Araujo, a 24ª edição do SNPTEE foi uma das mais bem organizadas, tanto administrativamente quanto tecnicamente. “A Copel foi fantástica e maravilhosa. Fizeram um dos melhores eventos do setor elétrico brasileiro nesses quase 50 anos de existência do SNPTEE. A participação foi de alto nível, porque houve realmente uma troca de experiências, uma série de perguntas que ajudaram a entender as constatações do evento, que são pontos importantes para a definição do tema do próximo Seminário”, refletiu.

O evento serviu também para gerar negócios e networking. A State Grid Brazil Holding foi patrocinadora ouro do SNPTEE e divulgou seus serviços entre os mais de 80 expositores. Segundo o vice-presidente da holding, Ramon Haddad, apesar desta ser a quarta participação da empresa no evento, foi a mais marcante. “Nós tínhamos dois grandes objetivos, os quais foram cumpridos: um deles era divulgar nossos serviços, nossos projetos e apresentar as ideias de investimento para os próximos anos. O outro era ampliar nossos contatos de toda a natureza”, disse Haddad. O resultado positivo já leva a State Grid a se planejar para a próxima edição: “nossa intenção é participar dos grandes eventos do Brasil e eu acredito que o SNTPEE é o maior deles em relação à energia elétrica. Nós já estamos pensando no próximo”, adiantou.

“Integração do conhecimento” é como se referiu o superintendente de Operações de Itaipu, Celso Torino, à 24ª. edição do SNPTEE. Essa expressão, segundo ele, é a “cara” do evento, é o motivo pelo qual o Seminário se tornou nacionalmente reconhecido pelo setor elétrico, que busca, em cada edição, uma solução que traga preço justo, segurança no fornecimento de energia e retorno para as empresas que estão assumindo riscos e viabilizando negócios. De acordo com o presidente da Copel, Antonio Guetter, é a quarta vez que a Companhia Paranaense de Energia sedia o SNPTEE. “Nos orgulhamos em poder mostrar aos participantes de toda parte do Brasil que o Paraná possui uma das maiores e mais inovadoras empresas do setor elétrico das Américas”, afirmou.

Durante o evento, foram apresentados mais de 500 trabalhos técnicos sobre 16 temas principais: geração hidráulica; produção térmica e fontes não convencionais; linhas de transmissão; análise e técnicas de sistemas de potência; proteção, medição, controle e automação em sistemas de potência; comercialização, economia e regulação de energia elétrica; planejamento de sistemas elétricos; subestações e equipamentos de alta tensão; operação de sistemas elétricos; desempenho de sistemas elétricos; impactos ambientais; aspectos técnicos e gerenciais de manutenção; transformadores, reatores, materiais e tecnologias emergentes; eficiência energética e da gestão da inovação tecnológica; sistemas de informação e telecomunicação para sistemas elétricos; e aspectos empresariais e gestão corporativa.

Foram premiados os três melhores trabalhos de cada categoria. Entre os 16 primeiros lugares, um deles foi sorteado e vai acompanhar o maior evento mundial de energia elétrica: a bienal do Cigré, em Paris, em 2018. O trabalho premiado foi “Eficiência e integração energéticas na conjugação de biorrefinarias e geração distribuída de energia elétrica a partir de fontes renováveis”, de José Geraldo de Melo Furtado.

Presença Feminina

Pela primeira vez em quase meio século, o SNPTEE foi coordenado por uma mulher: a engenheira Cintia de Carvalho Toledo. Ela ficou à frente de organização da 24ª edição do Seminário e viu a quantidade de inscrições alcançar o maior número desde 2009. “É com muita satisfação que recebemos esse resultado depois de dois anos de trabalho árduo na organização deste que é o maior evento do setor”, desabafa. Porém, segundo pesquisa do DIEESE (2004), apesar de as mulheres terem conquistado mais espaço nas empresas de energia, a sua representatividade ainda é muito baixa: menos que 20% das posições são ocupadas por elas. Os números do XXIV SNPTEE confirmam as estatísticas: apenas 12% dos participantes são do sexo feminino, o que reafirma a disparidade de gênero no setor elétrico brasileiro.

O tema também foi trabalhado no I Fórum de Mulheres do Cigré-Brasil, dentro do XXIV SNPTEE, para incentivar o compartilhamento de relatos de trajetórias femininas no setor elétrico, contribuindo para uma maior integração entre gêneros, e incentivar a participação de mulheres em fóruns técnicos do setor.

25ª Edição

A capital de Minas Gerais será palco da próxima edição do SNPTEE, em 2019. A exemplo da 24ª edição, o próximo Seminário também será coordenado por uma mulher: a engenheira da CEMIG, Eliana Campos de Figueiredo Vieira.